* Ararinha-Azul...



ARARINHA-AZUL


Esta arisca avezinha

Quase da vida desapareceu

A bela da coitadinha

Seu habitat por pouco não perdeu



No mundo só é existente

No Raso da Catarina

Se não fora biólogos resistentes

Não saberíamos, hoje, de sua sina



Na caatinga vivia

Livre o alegre voar

Tudo era feito alegria

Hoje, vigiada está



Em horas de refeições

O bando numa árvore alta fica

Enquanto dois indivíduos espiões

Descem prá fazer a espia



Vigiada a área alimentar

Logo o restante do banco vem

Atento e sempre a escutar

As ciladas que o perverso homem tem.



O comércio cruel e desleal

Incentiva sua captura ilegal

O desmatamento, também, criminal

Escorraçam da vida, o animal.



O homem de instinto selvagem

Vem à natureza machucar

Não preserva a vida na paisagem

Só sabe destruir prá ganhar.



Esta é a natureza

Que o ser humano tem conduzido

Por causa de sua avareza

Nossa fauna-flora têm sumido.


Tunin


6 comentários:

  1. Não sei como as pessoas tem coragem de acabar com uma natureza tão linda!!!

    bj

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  2. A Ararinha azul, o peixe pintado ou dourado, o tigre, a onça, a minha gata vira-lata Brigite, todos os animais são muito mais bonitos que nós humanos, que precisamos de creminhos, maquiagem, roupinha nova, e etc...
    Já "viajei" na minha mente, que o humanóide acaba com a natureza, talvez por uma inveja embutida....sei lá!

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  3. Olá amiga, poema lúdico e educativo deste autor. Amo as araras azuis , são belíssimas! Bj com gotinhas de poesias.

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  4. Muito lindas essas ararinhas!A natureza tem tanta coisa inacreditavelmente bela e o homem destroi tudo com sua ambição desmedida!Perfeita poesia!Bjs,

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  5. Chica, bom diaaaaaa!!!!
    hoje estou inusitando...
    Já passeei por mais dois blogs teus e adivinhe se amei!!!
    Sabe, amiga, tem um poema sobre a criança que sempre desejei passá-lo para alguém, mas não havia ainda feito isso.
    Você aceita?
    Então aí vai:


    POEMA INFANTIL
    O poema tem que ser feito
    a lápis
    para que a criança apague
    uma guerra
    e construa um castelo.
    O poema tem que ser preto e branco,
    para que a criança ponha
    mar e floresta,
    ou faça um sol azul
    e uma lua dourada.
    O poema tem que vir
    sem pontuação
    para que a criança ponha
    ponto final
    naquela bronca
    e abra um parêntese imenso,
    cheio de canção.
    O poema tem que ser curto,
    para que sobre muitas linhas
    em branco,
    a criança construa um outro mundo.
    (Raquel Rocha de Souza - Uberlândia,MG, V Concurso Literário 'Vinícius de Moraes')
    Bjs, Chica, nos vemos no Empório, em um de meus blogs ou aqui nos teus!!!
    Excelente findi para ti também.Não se esqueça de conferir hoje teus outros dois blogs...
    Fuuuuuuuuuuuiiiiiii....

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  6. é mesmo as araras azuis estão bem extintas beijos do neno

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♥ ♥ ♥ Fico feliz de te ver aqui, falando comigo!beijos,chica ♥ ♥ ♥