Daqui
Uma joaninha passeava
nem de perto imaginava
que olhos gulosos
a estavam a fitar!
De longe,ela percebe...
Seria um amiguinho?
Ele queria brincar?
Joaninha , lembrou então
dos conselhos que sempre ouviu:
_ Não dê ouvidos à estranhos,
pessoas que conhecidas não são!
Nessa vida tão danada
confiar muito, é uma cilada!
Gatos disfarçados,
em geral só com dois pés...
Todo cuidado é pouco,
nunca com desconhecidos se afastar...
Infelizmente, eles podem até ser amigos,
mas cautela ,cuidado, fará tudo melhor acabar!
chic
Cuidado... perigo a vista.
Ana Marly de Oliveira Jacobino
“Minha neta ouça o conselho
Desta vovó que lhe quer bem,
Não quero meter meu bedelho
Alerto o perigo que antevêem
Não dê ouvidos a estranhos...
Sem conhecê-los muito bem,
Às vezes não trazem ganhos...
Não são os que os olhos vêem
Se ele quiser lhe dar uma bala
Diga logo que não pode aceitar
Não se envolva com a sua fala
Em estranhos não se deve confiar.”
Chegou Edumanes
Cautela a caldo de galinha
Nunca a ninguém fizeram mal
Para fazer canja, mataram a coitadinha
Não teve direito a morte natural.
Passeava uma joaninha
A galinha os ovos chocava
Imaginando a pobrezinha
Que seus pintainhos alguém matava!
O homem sabichão
Com o grão as engordar
Para sua alimentação
As galinhas ele matar!
Sempre diz as tratar bem
Para a sua carne comer
Atenção aos coelhos também
Que tudo tentam roer!
Nesta vida tão bela
Tanta gente mal fazer
Não dêem cabo dela
Todos precisamos de viver!
Nunca confiar
Em desconhecidos
Sempre acompanhar
Os amigos preferidos!
Uma joaninha passeava
nem de perto imaginava
que olhos gulosos
a estavam a fitar!
De longe,ela percebe...
Seria um amiguinho?
Ele queria brincar?
Joaninha , lembrou então
dos conselhos que sempre ouviu:
_ Não dê ouvidos à estranhos,
pessoas que conhecidas não são!
Nessa vida tão danada
confiar muito, é uma cilada!
Gatos disfarçados,
em geral só com dois pés...
Todo cuidado é pouco,
nunca com desconhecidos se afastar...
Infelizmente, eles podem até ser amigos,
mas cautela ,cuidado, fará tudo melhor acabar!
chic
Chegou a Ana Marly
Ana Marly de Oliveira Jacobino
“Minha neta ouça o conselho
Desta vovó que lhe quer bem,
Não quero meter meu bedelho
Alerto o perigo que antevêem
Não dê ouvidos a estranhos...
Sem conhecê-los muito bem,
Às vezes não trazem ganhos...
Não são os que os olhos vêem
Se ele quiser lhe dar uma bala
Diga logo que não pode aceitar
Não se envolva com a sua fala
Em estranhos não se deve confiar.”
Chegou Edumanes
Cautela a caldo de galinha
Nunca a ninguém fizeram mal
Para fazer canja, mataram a coitadinha
Não teve direito a morte natural.
Passeava uma joaninha
A galinha os ovos chocava
Imaginando a pobrezinha
Que seus pintainhos alguém matava!
O homem sabichão
Com o grão as engordar
Para sua alimentação
As galinhas ele matar!
Sempre diz as tratar bem
Para a sua carne comer
Atenção aos coelhos também
Que tudo tentam roer!
Nesta vida tão bela
Tanta gente mal fazer
Não dêem cabo dela
Todos precisamos de viver!
Nunca confiar
Em desconhecidos
Sempre acompanhar
Os amigos preferidos!
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