♥ Boi Bumbá ♥






Hull de La Fuente

Boi Bumbá, Boi Bumbá,
suas costas não tem cupim
sua casa é em Cambará
na plantação de capim.


Na plantação de capim
sua casa é em Cambará
suas costas não tem cupim
Boi Bumbá, Boi Bumbá.

Sob uma saia rodada
eu vi dançar Boi Bumbá
junto com seu camarada
que chegou do Panamá.

Que chegou do Panamá
junto com seu camarada
eu vi dançar Boi Bumbá
sob uma saia rodada.
Boi Bumbá, Boi Bumbá.

*(Vaivém Nunix - Série Infantil)

♥ Dúvida ♥

* Foto lá da Pinta Roxa


Griselda,  a gatinha
sempre atenta pela vida a passar...
Tudo vê, a danadinha
Com tudo quer brincar!

Dessa vez foi o caracol
que tranquilo, na cadeira passeava...
Ora, lá fora tem sol!
Porque dentro de casa estava?

Griselda assim se perguntava...
Mas a oportunidade não iria perder...
A cada olhada, a patinha levantava
Seria brincadeira? Ou vontade de o comer?

chica

Chegou Edumanes:

Lá na Pinta Roxa,
estava uma lagarta
arrumando a sua trouxa
afinal era uma gata!

Ela os sofás arranhava,
com as unhas aguçadas
quando ela se assanhava
a tudo lançava as garras!

Não será bem assim,
como eu estou imaginando
não era uma gatinha ruim
ela sempre estava brincando!

♥ O sapo Arlequim. ♥


Toninho




Pedrinho era um garoto muito curioso.

Numa manhã ao ouvir sons fora da casa, saiu para o jardim e deparou com uma família de sapos na maior algazarra com brincadeiras de esconde-esconde e jogando bolas.

Entre eles tinha um sapo, que se destacava aos olhos de Pedrinho, pela esperteza de enrolar os outros com acrobacias nos arbustos do jardim. Logo o chamou de Arlequim.

Com seu celular fotografava e fazia filmes curtos, para enviar aos seus amiguinhos e sua avó Anne.




Pedrinho estava eufórico com aquela legião de sapos de barriga amarela.

 Logo começou enviar fotos, para os amigos via WHATSAPP,todos estavam curiosos, para entender tantos sapos no jardim da sua casa, no que ele dizia, que era por causa de uma plantinha que os atraía, mas que ele não sabia o nome, mas que vovó Anne estava pesquisando na internet. 

Claro que era mais uma baboseira de Pedrinho para tirar onda com seus amiguinhos.



Mas seu amiguinho Neno, neto de vovó Chica, respondeu a mensagem para o grupo assustando Pedrinho.

Segundo Neno sua avó pesquisou no Google, que os sapos de papo amarelo quando assustados, se defendem com um jato de urina no rosto das pessoas e que esta pode cegar a pessoa. 

Nesta hora Pedrinho assustado, de olho arregalado correu para a casa, para questionar sua vovó. 

Porém levou um grande susto, ao ver o Sapo Arlequim pendurado na maçaneta da porta, com olhos vermelhos na sua direção. Pedrinho ficou estático sem saber se gritava por sua mãe ou por sua vovó Anne.




Pedrinho pensou em voltar lentamente, mas sentiu suas pernas bambas, foi afastando de marcha à ré devagarinho, mas tropeçou nos degraus da pequena escada, quando Arlequim ensaiou um pulo. 

Pedrinho gritou com toda força do pulmão e caiu de costas no jardim com todos os sapos em volta dele. Então sentiu seu corpo molhado e um cheiro de xixi, no momento que sua mãe chegava ao quarto aos berros, para acorda-lo para ir para a escola.




Ele assustado deu um suspiro e perguntou à mãe, se na sua casa tinha alguma arvore que atraía sapos de papo amarelo, no que ela disse:

- Deixe de bobagem e vá logo se arrumar seu mijão na cama, pois já está muito atrasado para pegar o transporte para a escola. 

Que historia de sapo é esta? Acorda logo menino!



Assim que chegou à escola, correu para encontrar Neno, que chegava com vovó e perguntou à queima roupa, se ele ou sua Vó Chica sabiam alguma coisa sobre veneno de xixi de sapo. 

Mas o Neno numa gargalhada que chamou a atenção da turma no pátio, respondeu para alivio de Pedrinho:

- Eu não entendo patavinas de sapo Pedrinho nem minha vovó que detesta, de onde você tirou esta historia, você deve ter sonhado maluco!

Aliviado Pedrinho saiu saltitante para a fila de sua turma, para cantar o Hino Nacional, antes de entrar para a sala de aula, sob os olhos de curiosidades do Neno e da vó Chica.

♥ Gesto simples ♥


(Anne Lieri)




imagem da Tina


Tricota a bela ovelhinha
Um casaco bem quentinho
Entrega á sua amiguinha
Com todo amor e carinho!

Nesses tempos friolentos
Sempre é bom compartilhar
Não só palavras ao vento
Mas gestos simples de amar.

Um xale, casaco ou meia
Aquele velho cobertor
Acender nossa candeia
A alguém que sofre de dor!

Façamos como a ovelhinha
Que divide o que tem
Gesto que chega e acarinha
Faz o bem, não olha a quem!

Anne Lieri