♥ Porcôncio... ♥


Vi aqui


Porcôncio andava preocupado
tudo pra ele mal andava. 
A porca , namorada, 
nem "bola" mais lhe dava...

Um dia resolveu
fingir que nem mais a via!
E foi a sus sorte!
Era isso que ela queria!!

Foi só ela pensar
 que ele não mais a queria...
A Porca passou a demonstrar
Que o amor dela, crescia a cada dia!!

Assim, depois de um susto tomado
Porcôncio e Porca viveram felizes!
O casório foi  então marcado
e com um lindo beijo,  o amor  selado!
chica

♥A criança que vive em mim ♥

imagem daqui


Teresinha Nolasco


A criança que vive em mim,
solta bolhas de sabão com a mão...
Vê passarinho, rodeando seu caminho...
Nas cores cintilantes acredita,
pra sua vida ficar bem mais bonita...
A criança que vive em mim, sonha sem parar
quer o mundo bem melhor, e no amor acreditar...
O céu azul quer em suas costas, o sol clareando o dia...
As estrelas no espaço todas postas,
pra ilustrar seu sorriso, sua alegria...

♥ BRINCAR E CANTAR ♥


BRINCAR E CANTAR


Vibra clarim mais alto
Temos crianças a cantar
Deixaram os seus saltos
E puseram se a brincar

Permitido à criança
Saltar e até cantar
São os tempos da infância
Que devemos festejar

Criança não tem tédio
Pois tem alma com luz
Não precisa de remédio
Porque o canto já induz

Brincar e cantar anima
Exerce plena infância
Seu brincar sempre rima
Com plena abundância

♥ Vento que tudo leva.♥

 


Vento que tudo leva.


Naquele mês de junho em pleno inverno com seus ventos frios e constantes, Marina estava de férias com sua vó e apaixonara por uma bela e exótica flor que parecia uma bonequinha de cabelos brancos e assim todos os dias, ela visitava a florzinha e tocava de leve seus cabelos como se a fizesse ninar, como sua vó fazia todas as noites com ela.


Porém naquela manhã um vento assanhado e malcriado passou pelo jardim, as flores minúsculas se quebraram diante os olhos assustados da menina, que em prantos entrou pela casa desesperada e maldizendo o vento, que tudo levava até os passarinhos se esconderam naquele dia.


Tão logo a vó ouviu, correu ao encontro e a abraçando, quis saber o que se passava. Entre soluços Marina balbuciava pragas contra o vento com reprovações da avó, dizendo que eram coisas de Deus e saiu com ela, para mostrar o moinho, que girava pela força do vento e produzia a energia para a casinha. O vento não era assim tão ruim dizia ela.


Mas a menina soluçando, mostrou para a vó uma pequena flor branca, maltratada pelo vento e dizia à sua vó, que ela era sua filha em forma de uma boneca de cabelos brancos lisos. Só então que a vó entendeu o desespero da netinha e a levou para ver que outras flores como aquela, no outro lado da casa e que lá estavam perfeitas e protegidas contra os ventos e que ela poderia adotar outra flor e dedicar seus carinhos.


Marina curiosa sorriu para vó e logo foi se encontrar com uma das flores, que estava mais baixa e deu um beijo nela e começou a cantar a mesma canção, que ela cantava todas as noites para ela dormir. A vó movida de emoção ouvia e deixou cair uma lágrima. Sorrindo se dirigiu para a cozinha, muito encantada com a meiguice da netinha e tratou logo de terminar um bolo de cenouras para agradar a netinha.


Toninho.
Junho/2015